Bruges Through Brazilian Eyes

Bruges Through Brazilian Eyes

Alexia:

Oi oi pessoal e bem-vindos a mais 1 episódio do Carioca Connection na Bélgica. E o meu nome é Alexia e eu estou aqui com Marco Antônio.

Marco Antonio:

Eu? Sim.

Alexia:

Sim é você pai tudo bem?

Marco Antonio:

Tudo bem filha.

Alexia:

E bom hoje vamos falar sobre o nosso segundo dia de viagem pelo país da Bélgica

Marco Antonio:

Começou às 7 da manhã.

Alexia:

Começou às 7 da manhã com o meu despertador e eu acordando pai bom dia, nós dividimos o quarto e dividimos muito bem.

Marco Antonio:

Muito.

Alexia:

E descemos para o café da manhã do hotel.

Marco Antonio:

Maravilhoso.

Alexia:

Conta 1 pouco pai.

Marco Antonio:

Café da manhã tinha tudo que se pode imaginar, gostoso, bem servido, eu tendo diabete não posso comer açúcar nem nada mas eu me dei o direito de comer 1 croissant que é talvez o melhor que eu já comi, 1 beleza, a Alexia fez a festa.

Alexia:

Bom, nós brasileiros nós temos, como é que se diz, O orgulho em dizer que os cafés de amanhã dos hotéis brasileiros são muito bons, não é verdade? Por todo o Brasil, seja 1 pousadazinha ou 1 hotel 5 estrelas, o café da manhã vai ser gostoso e me impressionou muito o café da manhã nesse hotel especificamente ser tão bom porque eu não estava esperando ser, tinha tudo todos os tipos de geleia, tinha para fazer waffle para quem não sabe, brasileiro chama waffle waffle waffle é.

Marco Antonio:

Que você fez?

Alexia:

Eu fiz, tinha pão chocolate, tinha croissant, tinha todos os tipos de pães, tinha também comida mais pesada digamos assim, tinha ah aquilo que eu falei ah o Foster ia amar isso porque isso é muito da da comida americana, espera aí deixa eu ver se eu lembro que eu não sei como é que fala isso em português.

Marco Antonio:

Eu também não.

Alexia:

Que é como se fosse 1 tipo de batata mas mas é 1 batata é frita mas não é 1 batata frita em enfim tinha hash Browns tinha ovinho mexido tinha todos os tipos de cafés todos os tipos de chás muito gostoso não é pai?

Marco Antonio:

Muito gostoso o café da manhã deixou saudades.

Alexia:

Bom aí saímos do hotel prontíssimos para ir para Bruges. Na Bélgica eu aprendi que a gente nunca sabe se vai chover ou não, e como a gente estava indo mais para o norte né porque Bruges fica 5 quilômetros do Mar do Norte ou seja é muito lá para cima e muito mais frio também para nós.

Marco Antonio:

Sim.

Alexia:

Fomos com os nossos casacos, cascóis, guarda-chuva e prontos para explorar. De novo chegamos na na Bruxelas Central que é a estação de trem, fomos na maquininha, compramos para Bruges e de novo a gente não sabia para onde a gente ia nem nada, até que a gente perguntou para alguém não foi pai?

Marco Antonio:

Perguntamos para 1 rapaz.

Alexia:

É para 1 rapaz, descemos as escadas aí ficamos esperando o trem que em direção a Oostende.

Marco Antonio:

Que era a parte final, a estação final.

Alexia:

Que o nosso querido amigo Joaquim nasceu e morou lá por muito tempo, então tinha algumas paradas e 1 dessas paradas era Bruges. Mas engraçado disso tudo é que nós estávamos na espera do trem, daqui a pouco eu olho assim para frente e vejo 1 mulher segurando o celular e ela estava com o Google aberto em português sobre Bruges. Aí eu falei assim bom deixa eu confirmar se a gente está no lugar certo não é? Aí eu virei para ela e falei oi você fala português? Ela sim era 1 brasileira.

Marco Antonio:

Sim.

Alexia:

Aí juntou 1 grupinho de brasileiros não é pai, 3 famílias diferentes incluindo nós, todo mundo indo para Brus, era 1 quinta-feira, e o trem atrasado, aquela coisa toda e tal, a gente ficou conversando, e estava muito interessante falar

Marco Antonio:

Sim.

Alexia:

1 casal estava fazendo 1 viagem começou na Escócia e ia parar em Portugal, então eles fizeram Escócia, Paris, Bruxelas não é, Bélgica, Amsterdã, iam para Luxemburgo e depois vinham para Portugal e de Portugal voltavam para o Brasil. E a outra família estava mostrando a parte para o filho, que era 1 filho mais novo tipo 18 anos 1 coisa assim, que o filho tem dupla nacionalidade de Luxemburgo, e eles iam para Luxemburgo para mostrar para o filho para ver se o filho gostaria de se mudar para lá.

Marco Antonio:

E o filho falou que não. Não não não.

Alexia:

E eles eram do sul do país não é, então o sul do país tem muita gente com dupla cidadania dos países nórdicos, então fazia sentido ele ter dupla cidadania de Luxemburgo.

Marco Antonio:

Sim exatamente mas o garoto fazia assim com a cabeça, não não, a mãe desesperada.

Alexia:

É. Chegamos em Bruges e andamos até o centro, a estação de trem para o centro de Bruges, super simples não é pai, 10 minutos andando.

Marco Antonio:

É mas a gente andou sem destino não é? A gente achou meio por acaso o centro.

Alexia:

gente foi a gente seguiu o fluxo.

Marco Antonio:

Sim, mas aí tem o seguinte, as ruas de Bruges, Bruges é 1 cidade medieval, não é congelada no tempo tipo ruínas, não, é 1 cidade que se vive aquelas casas que você vê que tem 400 anos tem gente que mora lá, é 1 joia, é inacreditável a beleza, é a gente andando naquelas ruas, dá 1 emoção muito grande.

Alexia:

Sim, e a gente tinha alguns lugares que a gente queria visitar mas a gente queria mais caminhar e ver a cidade do que vamos ver isso, vamos ver aquilo, vamos não sei quê, então a gente deixou o dia fluir.

Marco Antonio:

Sim.

Alexia:

Não é? Então a gente ao invés de pegar e seguir o fluxo das pessoas de como é que chegava no centro, a gente foi pela parte de fora digamos assim não é. Certo. E vimos aquelas portinhas bem baixas.

Marco Antonio:

A portinha bem baixa das casas tem 1 metro e 25. E eu, o Google, o Google não, o ChatGPT.

Alexia:

Seu melhor amigo.

Marco Antonio:

Meu melhor amigo, me disse o seguinte, que as casas eram assim porque o imposto era cobrado pela fachada. Então eles faziam 1 fachada pequenininha, e a casa se estendia para trás à vontade. É muito engraçado isso.

Alexia:

Muito engraçado mesmo. E 1 coisa que eu gostaria de falar antes da gente continuar é que é muito na cara a divisão da Bélgica francesa e neerlandês para a Bélgica Flamengo.

Marco Antonio:

Total.

Alexia:

Dentro do trem, quando eles estavam na Bélgica francesa digamos assim, ou seja, em Bruxelas, eles estavam anunciando tudo em francês e também em holandês. É. Quando a gente passou para Bélgica, Flamengo, era tudo em Flamengo, não tinha mais o francês, não é É,

Marco Antonio:

a divisão da Bélgica linguística ela é brutal.

Alexia:

E cultural.

Marco Antonio:

E cultural claro, Mas é brutal, é assim, são 2 países que coexistem, mas diferentes. E os belgas, franceses e do norte de Bruges, da da do de Flanders, eles aceitam falar inglês tranquilamente.

Alexia:

Espera aí, a gente está generalizando agora muita coisa não é? Sim. Óbvio, isso é 1 generalização muito grande porque óbvio que existem famílias da parte flamenga que também tem gente da parte francesa e eles falam em francês ou em Flandres entre si mas a gente está generalizando essa Claro

Marco Antonio:

claro mas é é a divisão é total, as famílias flamengas colocam os filhos nas escolas que ensinam Flamengo só e as francesas colocam

Alexia:

Em inglês não é, também, o pessoal lá de cima fala Flamengo em inglês.

Marco Antonio:

Fala inglês tranquilamente porque ninguém fala a língua deles, eles são poucos, a a língua não é difundida, então ou fala inglês ou não se comunicam, e todo mundo é bastante educado no sentido de escola, de escolaridade,

Alexia:

todo está lendo. O pessoal da parte de Flamengo que tem a fronteira com a Alemanha eles também aprendem alemão porque está tão 1 perto do outro que eles também acabam aprendendo alemão e vice-versa.

Marco Antonio:

Sim pouca gente sabe mas a Bélgica tem 3 línguas oficiais, o francês,

Alexia:

Nerlandês.

Marco Antonio:

Neerlandês e o alemão, que é 1 pequena partezinha da Bélgica que fala tanto que a princesa que será rainha, ela fala esses 3 idiomas e mais o inglês. É claro. Fiquei sabendo.

Alexia:

Bom, Bruges, chegamos, caminhamos tranquilamente, sem pressa nenhuma, e chegamos no centrinho não é.

Marco Antonio:

Sim.

Alexia:

E a gente viu 1 igreja aberta e igreja tanto para mim quanto para o meu pai não é 1 questão só de religião não é, a gente também vê igrejas como monumentos, como 1 parte histórica daquela cidade, Então a gente gosta de entrar em igreja para ver, e a maior parte das igrejas da Bélgica foram feitas antes do do do Brasil ser descoberto pelos portugueses não é, digamos assim, então é tudo muito muito muito antigo. E a gente entrou na igreja de São Cristovao, quando a gente entrou tinha alguém tocando órgão

Marco Antonio:

1 órgão magnífico da

Alexia:

E não era 1 1 alguém colocando 1 música na igreja, era realmente alguém tocando o órgão porque a pessoa errava, dava para ver quando a pessoa errava. Então a gente foi teve foi 1 experiência linda estar naquela igreja com aqueles vitrais magníficos, era 1 Magnífica. Linda, aberta, iluminada, eu fiquei muito feliz de ter ido e nem estava no roteiro, é aquilo, não estava no nosso roteiro passar por lá.

Marco Antonio:

Sim, 1 igreja linda linda toda em madeira entalhada, 1 coisa espetacular.

Alexia:

É, então essa foi a nossa primeira parada. Aí a gente continua andando, aí tem o que a gente percebeu da Bélgica assim como aqui no Porto também que tem é muita gente que tem muitas cidades que tem 1 rua só de lojas não é que é a rua das lojas então a gente passou pela rua das lojas e chegamos à Grand Place de Bruges que para quem assistiu o filme In Bruges é assim que se chama vocês vão lembrar, é aqui é a Grand Place onde todo o filme acontece, e gente eu me senti dentro do filme mesmo, é foi incrível ver aquela torre, a gente sentou no lugar mais turístico possível, não foi pai,

Marco Antonio:

Exato.

Alexia:

meio da praça, no restaurante mais turístico mas eu comi o magnífico e você pediu o quê pai?

Marco Antonio:

Eu não me lembro, mas eu lembro o seguinte, dessa, que Bruges, foi antes da Inglaterra, o o centro comercial de de tecidos. Eles importavam a lã da Inglaterra, que tratavam a lã, tingiam a lã e os tecidos eram maravilhosos.

Alexia:

E não só de tecido lã mas como também renda?

Marco Antonio:

Não, tudo tudo. E a mas o que eu quero dizer é o seguinte, então Bruges era 1 cidade muito rica e isso se espelha na na na na grand place dele.

Alexia:

Sim. E também por ter acesso ao Mar do Norte era 1 porto muito importante não é porque lembra que eu já vou chegar lá mas a gente aprendeu que existia 1 porto onde os navios, os barcos chegavam e etcétera e ele era 1 centro comercial muito importante de coisas que eram trazidas do Mar do Norte.

Marco Antonio:

Exatamente, o os portos do do do da Bélgica geralmente importantes eles são no interior da Bélgica, os navios tinham acesso por rios e depois por canais.

Alexia:

Sim, mas aí já não era navio não é, porque o as pontezinhas que são de 1100 sei lá quando é que foram feitas em 900, você tinha que abaixar para passar por elas não é? Não mas

Marco Antonio:

sim sim, estou dizendo, mas tinham canais especiais, Rio Especiais, e o comércio vinha de todo mundo, não era só, era exportado também, era era era 1 centro importantíssimo. Bruges e Gent, que é 1 cidade vizinha, foram cidades mais importantes da Europa naquela época comercialmente.

Alexia:

Napoleão se interessou muito por Bruges não foi?

Marco Antonio:

Napoleão entrou e e sem sem luta sem nada anexou a Bélgica e falou é minha e tal. E assim meu.

Alexia:

Bom, e depois da gente ter almoçado ali na Grand Place, nós começamos a caminhar de novo e aí entramos em 1 lojinha que era 1 lojinha de Natal, lembra? Sim. Que Bruges é muito conhecida também hoje em dia por ter mercado de Natal maravilhoso, que é quando muita gente da Europa vai para lá, que o mercado de Natal de Bruges incrível e eu fiquei muito curiosa para ir, é a alta temporada deles não E essa lojinha é Natal o ano inteiro, então você consegue comprar ornamentos para sua árvore

Marco Antonio:

mini. Relógio cuco.

Alexia:

É os relógios cuco você pode fazer tudo que você quiser naquela loja e eu comprei 2 lembrancinhas de lá 1 para nossa árvore e 1 para árvore dos pais do Foster como lembrancinha que eu gosto muito de fazer isso, e depois a gente continuou seguindo. E a gente queria porque queria chegar na igreja de de Nossa Senhora, eu posso estar falando errado agora o nome mas era de Maria, alguma coisa assim, só que a gente errou o caminho digamos assim, e aí chegamos em outra praça onde tinha a basílica que tem o sangue de Jesus.

Marco Antonio:

É 1 1 relíquia.

Alexia:

Que é 1, como é que se diz? É 1 é 1 negocinho redondo não é?

Marco Antonio:

É é objeto que dentro está guardado o sangue de Jesus.

Alexia:

Sim, que que você sentiu?

Marco Antonio:

Eu senti 1 emoção muito grande porque historicamente não importa, o importa é o seguinte, é 1 relíquia que é adorada há centenas de anos e estava ali à nossa frente, a gente pode passar apenas 1 pouquinho na frente, e tinha 1 senhora vestida inteirinha de branco que ficava

Alexia:

Ela não era freira, não era nada nesse sentido.

Marco Antonio:

Ela ficava adorando, adorando a relíquia, eu passei e fiz 1 sinal da cruz, pedi por todos, fiquem tranquilos, e me impressionou muito.

Alexia:

E o que a gente deu muita sorte, porque como a gente não foi em fim de semana, a fila para ver era muito pequenininha.

Marco Antonio:

Sim.

Alexia:

Porque se dizem que durante o fim de semana a fila pode durar até 2 horas para ver, então a gente ficou no máximo 3 minutos na fila, passamos, vimos aquilo, a basílica em si não é nada

Marco Antonio:

É pequena não é grandiosa mas é muito histórica

Alexia:

É muita emoção ver aquilo não é? Saímos da basílica, espera aí só 1 minuto, para com esse pé Marco Antônio. Eu só escuto o pé dele parou. Saímos da basílica, continuamos andando e aí entramos em 1 outra loja que foi onde a gente comprou as 2 fronhas de de travesseiro porque como meu pai explicou Bruges era o centro de tecidos não é, e são travesseiros maravilhosos feitos à mão bordados à mão eu falei tem que levar isso para casa e vai ser 1 lembrança para sempre dessa viagem. E aí 1 coisa que eu estava muito em dúvida se a gente fazia ou não era o passeio de barco.

Marco Antonio:

Sim.

Alexia:

Porque era muito turístico mas ao mesmo tempo todo mundo fala que vale a pena porque é como você realmente conhece a cidade.

Marco Antonio:

Passeio de barco diga-se, são pelos canais.

Alexia:

Exato.

Marco Antonio:

Da cidade que são lindos.

Alexia:

E eu amei, a Nei sentou ao lado da nossa capitã.

Marco Antonio:

Sim.

Alexia:

Que era o máximo, ela falava as 5 línguas, então ela falava tudo em inglês, francês Italiano. Espanhol Italiano. Italiano.

Marco Antonio:

E falava 2 ou 3 palavras em português.

Alexia:

É, algo assim. E enfim, então ela explicava cada parte de Bruges, ah aqui é o quartier é o o bairro mais nobre da cidade, aqui era o porto onde existia a parte comercial mais importante de Bruges, e ela falava as coisas boas e as coisas ruins de Bruges hoje em dia, que os aluguéis estão muito altos, por exemplo, ela é enfermeira e também trabalha como guia no barco para conseguir sustentar a família dela, e é 1 loucura você pensar nisso não é, que ela morava em 1 lugar teve que se mudar para outro e agora está cada vez mais fora da cidade porque os aluguéis estão muito altos de tão importante que Bruges hoje em dia está se tornando, de tão cara que é.

Marco Antonio:

Sim, o clima desse passeio é 1 barco passeando pelos canais e às margens casas muito bonitas sempre no estilo holandês belga e com muitas árvores assim 1 passeio delicioso, nada de de nada de moderno.

Alexia:

Não, vale muito a pena, eu gostei. Eu gostei bastante e e aí depois a gente saiu do barco e aí finalmente fomos para a igreja de Nossa Senhora que eu vou chamar assim porque é é de Maria, Maria alguma coisa, onde tem a escultura da Madonna de Michelangelo.

Marco Antonio:

De Michelangelo, é a única escultura de Michelangelo fora da Itália.

Alexia:

A única?

Marco Antonio:

A única.

Alexia:

Não tem nem no Louvre?

Marco Antonio:

Não, claro que tem em museu, mas estou dizendo, ele fez quando ele morava na França e encomendaram para ele, ele fez, menos o Google me explicou isso que é o

Alexia:

O Google?

Marco Antonio:

Não não, o ChatGPT, que é o meu melhor amigo, ele falou é a única escultura que ele fez fora da da Itália, que ele se dedicou a fazer, quer dizer, ele esculpiu aquela pedra lá, isso que é importante.

Alexia:

E pai Aliás

Marco Antonio:

só 1 minuto, que é linda não é?

Alexia:

É linda.

Marco Antonio:

É linda.

Alexia:

E conta 1 pouco sobre a história dela que o Michelangelo fez para essa especificamente, Napoleão foi e roubou.

Marco Antonio:

Não, AAA Bélgica, a Holanda,

Alexia:

Não, pai de Bélgica é

Marco Antonio:

1 coisa Não, Bélgica, estou dizendo, na época filha era chamada Países Baixos, era mas enfim, o Napoleão, todo mundo que invadiu a Bélgica levava as obras de arte e depois iam devolvendo 1 a 1 quando acabava a guerra, é 1 loucura.

Alexia:

Mas o Napoleão pegou.

Marco Antonio:

Pegou.

Alexia:

Aí deixou no Luvre, não foi por 1 tempo, aí depois foi devolvida, aí depois o Hitler pegou e escondeu aonde?

Marco Antonio:

Escondeu em 1 mina de sal para fugir dos bombardeios ou sei lá o quê, e 1 equipe americana especialista em arte foi lá e descobriu e devolveu para Bélgica.

Alexia:

E está lá desde então.

Marco Antonio:

E está lá desde então, graças a Deus.

Alexia:

Ninguém mais roubou a Madonna. Bom, e aí a gente depois sentou em 1 cafezinho não é, para acabar de o dia, comemos 1 coisa muito gostosa, você comeu 1 quiche com 1 sopa, eu comi 1 sanduíche

Marco Antonio:

Sim, eu comi 1 quiche Lorraine muito gostosa.

Alexia:

A gente tomou 1 café, relaxamos antes de voltar para o para o trem para pegar o trem para tentar descobrir de novo qual linha que pegava para qual onde ia, qual era o trem que pegava, tudo confuso nessa situação Bélgica precisamos melhorar nessa nesse ponto e depois chegamos em Bruxelas de novo, fomos deitar porque no outro dia começava às 7 da manhã de novo.

Marco Antonio:

Não sentia a minhas pernas, nesse dia. Não sentia minhas pernas, eu eu eu levou 1 meia hora para voltar a mexer os dedinhos do pé e tudo porque a gente andou 12 quilômetros mais ou menos, 12000 passos sei lá.

Alexia:

Não, foram 10 quilômetros durante esse dia, Mas comparadas.

Marco Antonio:

Não, claro, comparadas, mas chega no fim do dia.

Alexia:

Agora, se você pudesse resumir em 1 frase para quem não conhece Bruges e quer conhecer, como é que você apresentaria a cidade?

Marco Antonio:

Eu vou ser bem bem sincero e bem curto, imperdível, é 1 é 1 experiência humana que que que você vai encontrar só lá.

Alexia:

Pronto, então é isso gente, amanhã amanhã não no próximo episódio desculpa nós vamos falar sobre o nosso primeiro dia em Bruxelas mesmo que a gente fez 2 coisas muito legais eu não vou dar nenhum spoiler então até o próximo episódio.

Marco Antonio:

Tchau.

Creators and Guests

Alexia Souza
Host
Alexia Souza
Co-host of Carioca Connection
Foster Hodge
Host
Foster Hodge
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